sexta-feira, 24 de junho de 2011



O massacre do Dia de São Bartolomeu

Havia esperança de que a paz fosse alcançada em Paris, em 18 de agosto de 1572. O casamento real iria unir duas facções rivais na França. Henrique de Navarra vinha de uma família protestante íntegra. Ele estava se casando com Margarida de Valois, irmã do jovem rei Carlos IX e filha de Catarina de Mediei, católica. Os nobres protestantes e católicos que estavam lu tando uns contra os outros havia dez anos apresentaram-se para esse acontecimento glorioso.
O calvinismo chegou à França em 1555. A igreja protestante francesa foi oficialmente estabelecida em 1559, contando com 72 congregações no sínodo de Paris. Missionários de Estrasburgo e outras cidades calvinistas anuíam para lá. Em um curto espaço de tempo, havia 2 mil igrejas e cerca de 400 mil freqüentadores. Os protestantes franceses ficaram conhecidos como huguenotes.
A luta se iniciou em 1562, com um massacre dos huguenotes em Vassy. Os protestantes desenvolveram sua liderança militar e se defenderam em três "guerras de religião" distintas. A movimentação entre essas duas facções tinha toda a complexidade de um jogo de xadrez. A rainha, Catarina de Mediei, buscara consolidar seu poder sobre o trono de seu filho, levando, por meio de artimanhas, seus rivais a se posicionarem uns contra os outros.
Uma mistura de rivalidades nos aspectos nacional, dinástico, religioso e político alimentou ainda mais as diferenças. De que maneira a França poderia se relacionar com nações como a Espanha, os Países Baixos e a Inglaterra? No aspecto dinástico, a rainha se aliara aos de Guisa, para opor-se aos de Bourbon. Política e religião pareciam se fundir, pois os nobres huguenotes apresentavam tendência de ser mais republicanos, antimonarquistas e antipapistas.
Ao mesmo tempo em que Catarina elaborava esse intricado casamento, também planejava o assassinato de Gaspar de Coligny, o líder hu-guenote. Coligny era um herói de guerra francês, muito popular, que se tornara protestante. Recentemente, alcançara a atenção do rei adolescente. Particularmente, ele propusera que a França apoiasse os Países Baixos na luta contra a Espanha, estratégia à qual Catarina se opunha grandemente. Em 22 de agosto, a tentativa de assassinato fracassou totalmente. Um plano desonesto como aquele, às vésperas de um casamento, ameaçava causar um terrível embaraço à família real. Diz-se que o rei fez o seguinte comentário: "Já que você vai assassinar Coligny, por que não mata todos os huguenotes da França, de modo que não fique um sequer para me odiar?".
Foi quase isso o que aconteceu. Em pânico, Catarina ordenou o massacre dos líderes protestantes em Paris. O alerta soou às quatro da manhã do dia 24 de agosto de 1572, o dia de São Bartolomeu. Coligny foi assassinado em seu quarto. Claude Marcel, um oficial da cidade, reuniu grupos de pessoas (incluindo alguns assassinos de aluguel extrangeiros) para percorrer as ruas da cidade caçando outros líderes huguenotes. Não foi difícil encontrá-los. De modo geral, os huguenotes eram prósperos comerciantes da cidade e donos de lojas. De uma hora para outra, o ressentimento das classes mais humildes foi atiçado contra esses cidadãos de classe média. Um horrendo massacre teve início em nome da pureza religiosa.
Corpos foram empilhados às centenas. Muitos foram jogados no rio Sena. A barbaridade era aterrorizante: um livreiro foi queimado, com seus sete filhos, em uma fogueira feita com seus livros. Nem mesmo os bebês foram poupados desse banho de sangue.
A loucura se espalhou pelas províncias nos dias e nas semanas que se seguiram. Catarina tentou diminuir a violência em Paris fazendo com que Carlos assinasse uma declaração dizendo que o assassinato de Coligny e dos outros huguenotes não era um golpe contra a fé protestante, mas simplesmente o abafamento de uma conspiração. Isso pode ter acalmado os parisienses já fartos de sangue, mas, nos outros lugares da França, o terror apenas começava. A despeito das ordens reais aos governadores das províncias, aprovando a "proteção" para os huguenotes, as multidões continuavam ensandecidas.
Em Lião, por exemplo, os huguenotes foram reunidos em um mosteiro, para sua "proteção". Quando o lugar ficou lotado, eles foram transferidos para uma prisão. A multidão católica, porém, conseguiu invadir a prisão e terminou por matar todos eles. Em todos os lugares, os huguenotes estavam sendo estorquidos e eram forçados a pagar enormes resgates por sua vida, mas, com freqüência, eram assassinados de qualquer maneira.
Estima-se que a quantidade de mortes chegou a 100 mil, embora o número mais provável esteja entre 30 e 40 mil. Mesmo assim, o massacre não extinguiu a chama huguenote na França. Outras cinco guerras civis foram travadas entre os protestantes franceses e os católicos nos anos que se seguiram.
Pouco depois da última dessas guerras, em 1589, Henrique de Navarra — o noivo protestante do casamento — tornou-se rei. Anteriormente, ele já abdicara de suas convicções protestantes por conveniência política, e fez isso novamente quando se tornou rei. Em 1598, tentou aplacar os huguenotes com o Edito de Nantes, concedendo razoável liberdade religiosa, pelo menos nos redutos huguenotes. Fsso, no entanto, também limitou as incursões protestantes nos territórios católicos.
Os huguenotes tiveram um breve período de prosperidade, mas o cardeal Richelieu rescindiu alguns de seus privilégios políticos em 1629, e Luís xiv oficialmente revogou o Edito de Nantes em 1685. Somente um século mais tarde, o controle dos católicos sobre a França foi novamente desafiado.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

RESPEITE MEU NOME!


Conclusão

O que acontecia nos tempos antigos acontece hoje, aqui e com manifestações e desdobramentos que estão alem de nossa razão possa compreender uma realidade difícil de se ignorar, o próprio nome igreja já se não pode mais falar, pois as pessoas já não sabem quase o que significa este nome igreja, muito já até estudam para tentar mudar está definição, pois o que existe é um verdadeiro bazar de ofertas perversas e idolatras, que se constituem a nossa volta com todas as matrizes demoníacas que vão seduzindo até os grupos históricos que por incrível que pareça já entraram nas danças barganhosas deste evangelho imundo ai descriminando.

Esta grande feitiçaria praticada em nome de Jesus nos mostra o que temos a volta não é algo que possa ser reformado, pois não adiantára nada, necessário é uma renovação pura e verdadeira e uma regeneração sincera, temos que esquecer o momento de nossas conversões mesquinhas e interreseiras aonde um deus fantasiado de mestre dos desejos é apresentado a uma sociedade sega e interreseira, conclui, pois que precisamos ver que estes homens também se envergonharam de tamanha “sujeira” religiosa que os cercava mais procuraram de forma piedosa metódica e reformada o melhor para a igreja, pois existe um nome que precisa e deve ser respeitado que é o nosso salvador e suficiente senhor Jesus Cristo!

Não podemos deixar que nossa geração ande com a Bíblia em baixo do braço sem se importar como o conteúdo, tirá-los deste caminho para o inferno com a palavra embaixo do braço e sem Jesus no coração! Esta e minha esperança e que o calor que desceu sobre Spener, Zinderdorf, Lutero, Calvino, Wesley e muitos outros que nesta conclusão não caberia, desça sobre nos, precisamos voltar a simplicidade do evangelho! Simplesmente JESUS!

segunda-feira, 7 de março de 2011

NEOPENTECOSTAIS E SEU TRATO COM A BÍBLIA

NEOPENTECOSTAIS E SEU TRATO COM A BÍBLIA

Como se pode perceber que para satisfação de alguns e espanto da maioria, a confissão positiva tem se alastrado na comunidade Evangélica Brasileira conhecido como a “teologia da prosperidade” ensinado que qualquer sofrimento do cristão indica falta de fé sendo que assim a marca do cristão cheio de fé e bem-sucedido é a plena saúde física, emocional e espiritual, além da prosperidade material.

Pobreza e doença são resultados visíveis do fracasso do cristão que vive em pecado ou que possui fé insuficiente a confissão positiva tem causado muita controvérsia e deixado um rastro de tragédias, desapontamentos e confusão em muitas igrejas de diferentes denominações para surpresa de muitos, as igrejas evangélicas tradicionais estão entre as mais vulneráveis a este movimento, dinheiro é bênção e não maldição. Além de justificar o capital, o neopentecostalismo justifica o individualismo a bênção é para o que tem fé, ela é inalienável e intransferível.

O ensino é desequilibrado e está com suas prioridades erradas há pouca ênfase sobre ganhar almas e ajudar os necessitados do mundo as ofertas levantadas não para os perdidos e famintos do mundo, mas, sim, para manter o projeto de construção em andamento.

A soberania de Deus é deixada de lado. a maior parte do ensino é direcionada a "como desenvolver sua fé" a fim de que você possa receber sua herança de deus. "você tem direitos legais como um filho de deus; reclame esses direitos."

Grande parte do ensino é sobre direitos e muita culpa está envolvida nisso, se uma pessoa não tiver fé suficiente ela não receberá precisamos de fé e confiança em Deus, mas o que mais agrada a Deus é quando descansamos nos braços de um pai amoroso, e não quando confessamos as escrituras com base no "você pode fazer isto acontecer".

O movimento da fé exalta mais o homem do que o senhor Jesus cristo, construindo mais o reino de homens do que o reino de deus. há um espírito de orgulho do "que eu posso fazer em nome de Jesus".

O aspecto do sofrimento é deixado de lado. "Jesus sofreu por nós, assim não precisamos sofrer mais.", mas Jesus disse a respeito de Paulo: "pois eu lhe mostrarei quanto lhe importa sofrer pelo meu nome'' (atos 9:16). e deixado de lado, também, que o sofrimento pode ter um propósito no plano de deus. naturalmente, não é o sofrimento em si que tem valor, mas, sim, como reagimos em relação a ele.

A palavra da fé começou bem, mas acabou abandonando as fronteiras do verdadeiro cristianismo, glorificando mais aos homens do que a deus.

A bíblia claramente nos ordena a batalhar "pela fé que (...) foi entregue aos santos" (Judas 3) e Paulo declara que foi "incumbido da defesa do evangelho" (filipenses 1:16). ele mesmo pergunta aos gálatas: "tornei-me, porventura, vosso inimigo, por vos dizer a verdade?" (gálatas 4:16).

Neopentecostais


Pentecostais vs. neopentecostais

Os neopentecostais formaram um grupo coexistente com os pentecostais, mas com uma identidade distinta possuem uma forma muito sobrenaturalista de encarar sua vida religiosa, com ênfase na busca de revelações diretas da parte de Deus, de curas milagrosas para doenças e uma intensa batalha espiritual entre forças espirituais do bem e do mal, que afirmam ter conseqüências diretas em sua vida cotidiana são, mais flexíveis em questões de costumes em relação aos pentecostais tradicionais.

Os ensinos da prosperidade não tiveram origem no pentecostalismo mais a tendência das denominações pentecostais de aceitarem as afirmações de autoridade profética criou um espaço teológico onde a doutrina da prosperidade pode afirmar-se e crescer conclusão histórica, é que o pentecostalismo foi o portador desta doutrina, mas ela necessariamente não faz parte das crenças pentecostais."


"os homens terão comichão nos ouvidos e procurarão ensinadores que falem e preguem coisas que lhes agradem"

sábado, 18 de dezembro de 2010


Introdução

Esta epístola foi escrita quando são paulo estava preso em roma. a intenção parece ser zortalecer aos efésios na fé de cristo, e dar elevados pontos de vista acerca do amor de deus e da dignidade e excelência de cristo, fortalecendo suas mentes contra o escândalo da cruz. mostra que foram salvos por graça, e que por miseráveis que tenham sido uma vez, agora têm iguais privilégios que os judeus. os exorta a perseverar em sua vocação cristã e os estimula a que andem de maneira conseqüente a sua confissão, desempenhando fielmente os deveres gerais e comuns da religião, e os deveres especiais das relações particulares.

O grande tema desta carta é o proposito eterno de deus de estabelecer e completar o seu corpo, a igreja de cristo ao desenvolver este tema, paulo trata de predestinação (1: 3-14) , a liderança de cristo sobre o corpo, como cabeça ( 1:22-23; 4:15-16), a igreja edifício e templo de deus ( 2: 21-22), o ministério de cristo ( 3: 1-21), dons espirituais ( 4:7-16), e a igreja como noiva de cristo.

Duas séries de fatos se combinam para sugerir que esta epístola fosse enviada, não a uma igreja em particular, mas a um grupo de igrejas dentro de uma área limitada. o fato de as palavras "em Éfeso" não ocorrerem nos manuscritos mais autorizados e o fato de não figurarem as saudações que usualmente acompanham as epístolas de Paulo a uma igreja onde ele fosse conhecido (como era em Éfeso, onde passou mais de dois anos, at 19.10),

A epístola refere-se à fé do grupo que Paulo tinha em mente em ef 1.15 e menciona o fato de que os destinatários sabiam das condições do apóstolo, e simpatizavam com ele (ef 3.13),entre elas, a de Éfeso gozava de uma importância capital e é bem possível que esta epístola se tenha tornado muito conhecida, principalmente por meio da circulação de cópia pertencente aos efésios.